O Brasil saiu da frigideira para cair no fogo. Trocamos 6 por meia dúzia, ou quem sabe por 1.3. Aparentemente, teremos outros 4 anos andando de lado. Quer conhecer um negócio que pode ajudar a mudar a história do país no futuro, independentemente de governo? Na semana passada, tive que me desviar de algumas pedras lançadas por xiitas do aquecimento global, porque me atrevi a reproduzir argumentos (não dogmas) que indicam claramente que nos próximos 20 anos (pelo menos) é utópico acreditar que poderemos zerar a emissão de CO2. Como não sou xiita negacionista, nem terraplanista, que ignora que o aquecimento global é um problema gravíssimo, comentarei hoje, uma alternativa energética que pode mitigar (não solucionar) o problema.A crítica fundamentada com relação ao modelo de substituir combustíveis fósseis e a energia atômica por fontes renováveis pode ser resumido em dois militantes: 1) Custo e disponibilidade dos minerais necessários para painéis solares, baterias e geradores eólicos2) Instabilidade energia eólica (variação ventos) e solar (períodos com pouco sol). A solução passa por uma matriz que combina gás (combustível fóssil mais limpo), renovável, energia atômica e Hidrogênio, o elemento químico mais abundante no planeta. Alguém poderia perguntar: se o H (hidrogênio) é tão abundante porque ainda não usamos? A resposta é simples: o H não existe isolado, por isso, tem que ser separado da água (H2O), sendo necessário usar mais energia no processo. Aqui que vem a oportunidade do Brasil, que tem uma boa parte do território e da costa, com ventos e sol quase perenes (sem interrupção). Painéis solares, combinados com geradores eólicos, podem gerar energia para gerar o chamado “hidrogênio verde” que será um dos combustíveis do futuro.Resolvido o problema técnico e com recursos para os investimentos necessários, qual é o risco de, mais uma vez, acontecer o que Roberto Campos (avô do presidente do Banco Central) descreveu em uma sábia frase: O Brasil nunca perde uma oportunidade de perder oportunidades? A resposta passa por uma iniciativa do senador (e atual presidente da Petrodeles, ops! Petrobras) Jean Prates, que pretende incluir o H2V (como o hidrogênio verde é conhecido) na matriz energética brasileira. Traduzindo isso da língua petralha, meter o dedo do Estado, provavelmente criando uma Hidrogebras, baseado na bandeira “O Hidrogênio é nosso!” Você conhecia esta enorme oportunidade? Alguém com mais conhecimento técnico pode aprofundar o tema? #ismarbecker #oportunidades #futuro #clima #energia #poluicao #aquecimentoglobal #CO2 #hidrogenio



