A explosão demográfica é o maior inimigo do aquecimento global, embora não seja mais um problema brasileiro. Quer conhecer a história de uma família que começou, e já deixou mais de 1.200 descendentes.O Planalto Norte de Santa Catarina foi colonizado na segunda metade do século XVIII, por imigrantes de diversas regiões da Europa, que hoje são a Alemanha, Polônia, República Checa e Polônia. O casal Josep Bauer e Ana Tarant Bauer chegou ao Brasil em 1877, proveniente do Reino da Boêmia, então parte do Império Austro-húngaro, hoje República Checa. Não muito tempo depois, se estabeleceram na Colônia São Bento, hoje São Bento do Sul, onde nasceu Amandus Bauer, pai da minha avó materna, Martha Bauer. Casou em 1901, com Ana Schweizjarski, quando já residia na localidade de Bituvinha, hoje município de Itaiópolis. Os 11 filhos que chegaram a idade adulta, seguiram fielmente o mandamento bíblico “frutificai, e multiplicai-vos; povoai abundantemente a terra”, com mais de 1.200 descendentes.Meu bisavô, um autodidata com somente 3 meses de educação formal, tornou-se agricultor, empresário e investidor. Fluente em três dialetos de alemão, polonês e ucraniano, fazia as vezes de intérprete e mediador, entre as diversas comunidades que conviviam na região. Tive o privilégio de conversar com ele, sempre em alemão, e escutar seus muitos “causos”, alguns deles dos índios que cercavam sua casa algumas noites. No último fim de semana, realizamos a 4ª Bauerfest, reunindo mais de 200 descendentes de Amandus e Ana Bauer. Foi uma excelente oportunidade de rever parentes que não víamos há tempo, além de conhecer alguns que nunca tínhamos encontrado. No próximo ano, voltaremos a nos encontrar, mas com uma mudança importante: adaptação do nome da festa para Bauer – Scheizjarski Fest, o vovô, como o chamávamos, não gerou esta família sozinho. Você conhece a árvore genealógica da sua família? #ismarbecker #motivação #motivation #carreiras #oportunidades #familia #tradicao #longevidade



