Você já ouviu falar de Elvis Presley, mas provavelmente não ouviu falar de Ray Dalio. Quer saber a relação de um dos maiores ídolos da música pop com um dos maiores investidores da história? Na semana passada, aproveitei um voo de Lisboa para São Paulo, para antecipar alguns dos meus posts diários aqui no LinkedIn. Para o post de quarta-feira, onde falo sobre empresa familiar, tinha separado um artigo do Financial Times sobre a sucessão de Ray Dalio na Bridgwater, um dos maiores fundos de investimento do mundo. Como é difícil manter o foco por muito tempo, de vez em quando dava uma olhada em um filme sobre Elvis Presley que meu vizinho de voo estava assistindo. Bingo: achei um gancho para motivar a leitura de um tema que não dá muito engajamento. Os que conhecem o Elvis terão mais interesse para ler o post sobre o desconhecido Dalio. Aceitar que nossas carreiras terminarão é uma das maiores dificuldades que passamos. Não aceitamos o avanço do tempo, que vem acompanhado da perda de algumas competências. Elvis Presley é um bom (ou melhor) mau exemplo desse dilema. Não aceitou que tinha perdido a agilidade de rebolar como um jovem, tendo um final de carreira lamentável e trágico. Já Ray Dalio entendeu isso e saiu da operação da sua empresa, transferindo o direito de votos das suas ações para os principais executivos. Permanecerá como mentor sem se envolver na operação. Seguindo um conceito do Arthur Brooks, no livro “From Strength to Strenght”, Elvis não entendeu/aceitou que tinha perdido sua inteligência fluída (rapidez de decisões), enquanto Dalio aproveitará sua inteligência cristalizada (sabedoria/visão sistêmica) para mentorar seus sócios. Você quer rebolar mal como o Elis no final da carreira, ou voar como uma águia olhando as coisas de cima como o Ray Dalio? Como quer ser lembrado: como ídolo decadente ou conselheiro sábio? #ismarbecker #sucessão #carreiras #motivação #oportunidades #inteligência #mentoria #sabedoria



