Mudanças falham por comportamentos previsíveis. Nas Empresas Familiares entram os comportamentos imprevisíveis. Quer saber como lidar com eles?
Acidentes de aviação acontecem por uma combinação de fatores. O mesmo acontece nas mudanças em empresas.
– O CEO procrastina por falta de senso de urgência.
– O Conselho evita conflitos e tem uma coalizão fraca, além de alguns conselheiros que não querem perder a boquinha.
– A falta de uma estratégia clara, que pode ser facilmente entendida pelas pessoas-chave, trava a organização.
– A resistência interna, que ninguém consegue demitir, bloqueia ideias novas.
Isto tudo combinado transforma uma decisão técnica, em uma política e psicológica, que envolve emoções, poder, história, relações pessoais.
Muitas vezes, o acidente é inevitável.
Para completar um processo de Change Management com sucesso, além dos 8 passos de John Kotter, é fundamental considerar:
- Funcionograma x Organograma: quem realmente decide? Quem influencia, independentemente de cargo? Quem pode vetar?
- Separar papéis (modelo Três Círculos): Família – Valores, Legado, Conflitos; Gestão: Performance, Execução, Accountability.
- Processo Decisório: como são tomadas as decisões e, principalmente, como são implementadas?
- Conflitos pessoais: como administrá-los?
Quer conhecer casos reais do processo de Change Management em Empresas Familiares.
Acompanhe o primeiro podcast da série “A VIDA EXECUTIVA COMO ELA É”, dia 30 de abril.
Sérgio de Faria Bica Jr. e eu vamos conversar sobre este e outros processos de Change Management e Turnaround, dos quais participamos.
Na sua empresa, as mudanças param quando começam a contrariar alguns sobrenomes ou seus preferidos?
Fonte: “Leading Change” — John Kotter; “Managing continuity in the family-owned business” — Richard Beckhard.
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