A família faz as regras na Empresa Familiar. Como saber quem realmente tem o poder?
O poder formal, ou informal, da família e agregados pode definir a perenidade ou o fim do negócio. Este poder é composto por cinco direitos básicos que podem determinar o sucesso ou o fim do negócio.
- Desenhar: escolher o tipo de empresa que querem. Seguindo o modelo dos Três Círculos, quem é só da família, quem pode ser acionista e/ou gestor.
- Decidir: estabelecer quem tem poder de decidir o que, quais as regras de maioria para tomar decisões, em que período.
- Valorizar: definir o destino dos resultados do negócio, reinvestindo, distribuindo dividendos, abrindo capital.
- Informar: deliberar quem tem acesso a quais informações do negócio.
- Transferir: decidir o que fazer da propriedade (ações ou quotas) e repassá-las para as gerações mais novas.
Não parece simples e óbvio?
A resposta é não, porque estes poderes, muitas vezes, não são decididos pela razão, mas pela emoção.
Você conhece um modelo que permita reduzir o peso da emoção no exercício destes direitos?
Fonte: “Manual de Empresas Familiares” – John Baron – Rob Lachenhauer.
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