PODER FAMILIAR – PERDURAR OU DESTRUIR

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Por Ismar Roberto Becker

A família faz as regras na Empresa Familiar. Como saber quem realmente tem o poder?

O poder formal, ou informal, da família e agregados pode definir a perenidade ou o fim do negócio. Este poder é composto por cinco direitos básicos que podem determinar o sucesso ou o fim do negócio.

  1. Desenhar: escolher o tipo de empresa que querem. Seguindo o modelo dos Três Círculos, quem é só da família, quem pode ser acionista e/ou gestor.
  2. Decidir: estabelecer quem tem poder de decidir o que, quais as regras de maioria para tomar decisões, em que período.
  3. Valorizar: definir o destino dos resultados do negócio, reinvestindo, distribuindo dividendos, abrindo capital.
  4. Informar: deliberar quem tem acesso a quais informações do negócio.
  5. Transferir: decidir o que fazer da propriedade (ações ou quotas) e repassá-las para as gerações mais novas.

Não parece simples e óbvio?

A resposta é não, porque estes poderes, muitas vezes, não são decididos pela razão, mas pela emoção.

Você conhece um modelo que permita reduzir o peso da emoção no exercício destes direitos?

Fonte: “Manual de Empresas Familiares” – John Baron – Rob Lachenhauer.

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