Governos não criam valor. Bons governos aplicam bem os recursos dos impostos que a população paga. Quer ver quando o modelo “Gasto é Vida” custou para nós, brasileiros?
Os brasileiros ficaram 40,4% mais ricos entre 2002 e 2025. O PIB per capita, que era de US$ 14.266 em 2002, pulou para US$ 20.025. Mostre esta evolução para um discípulo da seita do Aiatolá de Garanhuns e ele vai comemorar. Vai te jogar na cara: viu como nosso modelo progressista funciona?
Quando ele terminar a comemoração, você apresenta os seguintes dados do World Economic Outlook/FMI e uma tabela de 22 países.
Em 2002, quando começou o califado petralha, o Brasil era o quinto país em renda per capita, somente atrás de México, Argentina, Chile e Turquia. Em 2025, quatorze países nos ultrapassaram. Só ficamos à frente da África do Sul, cuja renda per capita cresce 16,2%, e do México, com somente 11%. Não é nenhuma coincidência que estes dois países também tenham tido suas versões locais de “Gasto é Vida”.
Bem na nossa frente estão a China, que cresceu 428,3%; a Índia, com 218%; a Turquia, com 155,7%, apesar do populismo do Erdogan; a Colômbia, com 71,9%; o Chile, 69,2%; e a Argentina, com todo o estrago e roubo dos Kirchner, com 49,9%.
Este pífio crescimento de 40,2% seria ainda pior se, no primeiro califado do Aiatolá de Garanhuns, o Brasil não tivesse herdado as reformas do Plano Real, aprovado contra o voto da petralhada, e o boom das commodities. Felizmente, alguns raros cérebros pensantes do primeiro (des) governo não deixaram a turba se apoderar dos superávits da balança comercial, o que permitiu acumular as reservas em dólares que hoje são nosso colchão de proteção contra uma desvalorização.
A triste conclusão é que, depois da “marolinha” do califado Aiatolá 2.0 e da Nova Matriz Econômica da ensacadora de vento (2010 até 2016), a renda per capita praticamente não cresceu.
Mas a história de terror não termina aqui. Para se reeleger, após um (des) governo medíocre, o Aiatolá torrou mais de 300 bilhões de reais, tentando comprar votos com vale-gás, pé-de-meia, desenrola. Nesta semana, dias antes do segundo turno, foi anunciado um perdão das dívidas nas MEIs, que a petralhada tanto critica. Lá se vão mais de 10 bilhões pelo ralo.
Mesmo com um aumento brutal de impostos, não foi possível pagar esta farra fiscal. Nossa dívida fiscal atingiu mais de 11 trilhões de reais, passando de 51,8% do PIB no início do governo da Ensacadora de Vento para 82,9% hoje. Uma improvável continuidade desta irresponsabilidade vai nos levar ao colapso fiscal, com uns 100% do PIB antes do final da década.
É este legado que você quer deixar para seus filhos e netos? Pense bem ao votar no próximo dia 25 de outubro.
Fonte: Podcast Fernando Ulhrich – “Lula Perde o Controle da Campanha”.
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