NÃO CHORES POR MIM ARGENTINA 2210

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Por Ismar Roberto Becker

NÃO CHORES POR MIM ARGENTINA.Os argentinos apostam no desconhecido (Milei) pelo repúdio do conhecido (hiperinflação e miséria).Independentemente do resultado das eleições, a Argentina não será a mesma. Ganhando Milei, terá um problema de governabilidade para tirar o país da crise. Perdendo, o país estará ainda mais dividido. Como a Argentina chegou nesta situação?FASES PERONISMO1945 – Perón, admirador de Mussolini, faz uma aliança dos sindicatos e empresários, para evitar uma revolução comunista, como na Europa Oriental.1975 – Colapso do modelo de substituição de importações. Hiperinflação. Ditadura militar.2001 – Dolarização. Peronismo liberal, com Menem.2013 – Crise de representação. Casal Kirchner no poder. Reconstituição do poder Estado. Peronismo Bolivariano. Populismo à esquerda.  Emitir moeda sem limites para atender frase Evita Perón: onde tem uma necessidade, nasce um direito. Bolsa família gigante para comprar votos.2023 – Colapso econômico – 140% inflação, 42% pobres, 63% jovens pobres. Aparece Milei, outsider que pode fazer uma revolução liberal.CENÁRIO 2024VITÓRIA MILEI – Como será a governabilidade, já que não tem nenhum governador e pequena bancada no Congresso? Onde irá recrutar nomes para a equipe de governo? Como controlar as paralisações promovidas pelos sindicatos peronistas? Fará alianças com partes do que restar do Peronismo?VITÓRIA MASSA – Como afastar Cristina? Com que se alia, já que rompeu com as duas principais forças de oposição.DERROTA BULRICH – Para onde vai Macri e sua turma?E O BRASIL COM ISSO?O colapso do populismo de esquerda argentino (ganhando ou perdendo) deveria ser uma lição para o daqui. Como eles aprendem pouco com os erros e esquecem o pouco que aprenderam, será mais do mesmo. Uma vitória de Milei, contudo, já está preocupando os populistas no poder.O que você acha do slogan do Milei: “Não vim guiar cordeiros, mas despertar leões”?Fonte informações – livro “El Nudo”, Carlos Pagni#ismarbecker #geopolítica #Argentina #eleições #economia #inflacao #crise

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