Nos cinco anos de LinkedIn, fui cancelado duas vezes. Quer saber por quem e por quê?
Utilizei a imagem deste post em agosto de 2024, quando fui cancelado por um doutrinador da Universidade de Brasília. Ele ficou melindrado simplesmente porque eu disse que ele sofria uma leve hipossuficiência cognitiva, agravada pela ideopatia aguda.
Fui banido do LinkedIn, por uma decisão AlexandroMoraesonica, comparável a Josef K. do livro O Processo de Kafka. Fui condenado sem saber o crime, sem conhecer o juiz, nem a duração da pena.
Três semanas depois, consegui penetrar, sem nenhuma conotação fálica, no Grande Irmão LinkedIniano. Fui absolvido com um pedido informal de desculpas.
Livre, leve e solto, retomei minhas reflexões iconoclastas, do tipo “hay Gobierno, soy contra!”
Eufórico com a liberdade reconquistada, segui minhas tertúlias virtuais aqui no LinkedIn, até sucumbir ao canto da sereia da Inteligência Artificial. Não segui o exemplo do Ulisses, contado na Odisseia, que solicitou para ser amarrado ao mastro no navio para não ouvir o canto das sereias.
Gerei um prompt com as mais de 2.000 páginas que escrevi, sem ajuda da IA, desde abril de 2021 e pedi à IA para avaliar, criticando e sugerindo ajustes. A partir do prompt, fiz alguns ajustes nos meus textos, ainda que delegasse a redação.
O resultado foi pior do que o da Nova Matriz Econômica, da ensacadora de vento. Quase acabei com minha curta carreira literária.
A Inteligência Artificial não é inteligente. Ela não pensa, não tem sentimentos, não tem “feeling”, não tem empatia. Ela dirige o carro olhando pelo retrovisor, como nosso (des)governo.
Se você quer postar textos politicamente corretos, revisados pela ideologia Woke, resultando em uma prosa do tipo água com açúcar, delegue sua inteligência à IA.
Se você quer ser reconhecido, positiva ou negativamente, pela sua assinatura intelectual, escreva o que lhe der na telha, sem pensar no amanhã. Siga o conselho dos versos da música “Deixa a vida me levar, vida leva eu”. Nunca deixe a IA levar sua vida.
Você já foi cancelado no LinkedIn ou cometeu um autocancelamento como eu?
Fonte: Meus erros no LinkedIn – Ismar Becker.
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