RESTRIÇÕES TRAVAM O BRASIL

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Por Ismar Roberto Becker

O Brasil cresce a metade do resto do mundo por dez razões. Qual pesa mais?

A Teoria das Restrições, de Eliyahu Goldratt, diz que todo sistema tem uma única restrição (gargalo) dominante, que determina o limite máximo do sistema.

Na sabedoria popular: a velocidade da carroça é determinada pelo cavalo mais lento.

O Brasil cresceu menos da metade do resto do mundo de 2002 até 2023, por dez razões, segundo Maílson da Nobrega. Comentei elas em detalhe no post (https://www.linkedin.com/posts/ismar-becker-mentor-consultoria-conselheiro-ceramica-harvard-insead-gestao-mercadointernacional_ismarbecker-economiabrasileira-governanaexa-activity-7430204602488279041-W6tN?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAA2bOxcBye2CyN6KPOWtiZwk3L_FHnxMT84). Hoje vamos seguir a Teoria das Restrições.

É necessário aumentar a produtividade, melhorando a qualidade institucional, a segurança jurídica (fim da Togacracia), o ambiente regulatório, o capital humano (educação).

É necessário reduzir a restrição fiscal, reduzindo o déficit indexado, cortando programas de redução da pobreza desnecessários e, principalmente, os incentivos fiscais para as elites. O Estado tem que deixar de querer ser o pai dos pobres e mãe dos ricos.

Alguns dirão, não sem uma dose de razão, que estes problemas começaram com a chegada de Cabral ao Brasil.

Analisando os últimos 40 anos, contudo, dá para identificar que a restrição (gargalo) é quem:

– Votou contra a Constituição em 1988.

– Votou contra o Plano Real em 1994.

– Tentou boicotar as privatizações desde 1994.

– Transformou as redes de proteção do Bolsa Alimentação, do Bolsa Escola, do Auxílio Gás, criados nos governos FHC, no Bolsa Família.

– Aumentou a Dívida Pública de uns 50% em 2014 para uns 79% em 2025.

Apesar do atraso que estas ações causaram, os pais desta ideia aprenderam pouco com os erros e esqueceram o pouco que aprenderam. Um resumo das suas propostas é a “reconstrução social via políticas públicas de renda, emprego e igualdade”. Em resumo, mais impostos e mais Bolsa Voto, com menos trabalho.

A conclusão, seguindo os princípios da Teoria das Restrições, é que para o Brasil crescer de forma sustentável, temos que eliminar (nas palavras deles, declarar uma guerra) contra “um partido que não modernizou suas ideias econômicas”.

Contra um partido que adota um princípio equivocado de que o gasto público e o estímulo ao consumo alavancam a riqueza.

Você sabe de que partido (sic!) estou falando?

Fonte: “O Brasil ainda pode ficar rico? – O Desafio da Produtividade” – Maílson da Nobrega. “A Meta” – Eliyahu Goldratt.

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