Pequenos gestos revelam grandes culturas.
Aprendi isso num lugar improvável.
Voltando de uma visita a clientes em Pedreira, em um fim de tarde quente, parei no McDonald’s de Jaguariúna para tomar um sorvete. Quando o atendente, Wallace Silva, me entregou a casquinha, metade caiu no chão.
O que aconteceu depois foi uma aula prática de atitude.
Sem eu pedir:
- Ele não deixou que eu limpasse o chão.
- Transferiu o restante da casquinha para um copo.
- Completou com mais uma porção.
- Não cobrou nada.
A justificativa foi simples: “caiu por causa do calor, não foi sua culpa”.
Demorei alguns minutos para perceber o que tinha acontecido. Voltei ao balcão apenas para agradecer e perguntar por quê.
A resposta foi ainda mais simples:
“Porque era o que eu tinha que fazer.”
Não houve discurso sobre valores.
Não houve manual, nem treinamento visível.
Houve autonomia, senso de responsabilidade e respeito pelo cliente.
O resto do meu dia foi excelente.
E não foi por causa do sorvete.
Quanto custa para uma empresa permitir que seus funcionários façam a coisa certa, sem pedir autorização?
Texto original de Ismar Becker, reescrito pelo ChatGPT
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