Pai rico, filho nobre, neto pobre. Este é o destino das empresas familiares?
De 60 a 90% das empresas nas economias de mercado são familiares, gerando de 65% até 80% do PIB, empregando dois terços dos empregos. É verdade que só 3 a 5% chegam à terceira geração?
SINA DA VIDA CURTA
A vida das empresas familiares é estimada de duas a quatro gerações. Alguns exemplos:
– Duas gerações: “De estábulo a estábulo” – Itália; “Pai constrói, Filho gasta” – Estados Unidos.
– Três gerações: “Pai comerciante, filho cavalheiro, neto mendigo” – México; “O espírito do avô, o sucesso do pai, a ruína do neto” – Indonésia.
– Quatro gerações: “Pai compra, Filho constrói, Neto vende, Bisneto mendiga” – Escócia. Com uma dose de ironia, diria que deve ter alguma relação com as destilarias de whisky, que quanto mais velhos, mais caros são.
ESTATÍSTICAS x FATOS
A regra das três gerações parece valer com números próximos a 30% atingindo a segunda geração, 10 a 15% a terceira e, somente 3 a 5% a terceira geração. O que muitos não percebem é que duas gerações podem chegar até 60 anos, e que a vida das empresas não familiares tem o mesmo ciclo ou até mais curto.
CAUSAS DA MORTALIDADE
Falta de planejamento sucessório, conflitos familiares, diluição do patrimônio, mudanças no mercado, são algumas das causas mortis de todas as empresas. Aqui vale aplicar duas lições da sabedoria popular:
“É melhor prevenir do que remediar”.
“A melhor hora para trocar o telhado é quando o tempo estiver bom”.
A lição destas duas frases é que podemos/devemos aceitar a inevitabilidade do fim de uma empresa familiar, mas que podemos prolongar este fim ou fazer um “soft landing”, para que todos saiam com algo.
Você sabia que a vida das empresas familiares ou não é similar?
Fonte: “Manual de Empresas Familiares – Como construir e manter uma empresa bem-sucedida e duradoura” – Josh Baron e Rob Lachenauer.
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