No paraíso, tudo era abundante e gratuito. Desde que Adão e Eva foram expulsos, vivemos em escassez. Por que não administramos esta escassez?
Nós, humanos, nos comportamos como se o tempo fosse infinito.
Thomas Sowell resumiu o problema com precisão cirúrgica:
“A primeira lição da economia é a escassez. A primeira lição da política é ignorar a primeira lição da economia.” A mesma lógica vale para as empresas
Quando combinamos essa frase com o conceito de custo de oportunidade, chegamos ao maior erro da gestão moderna: a má alocação do tempo.
O ERRO CLÁSSICO
Gestores passam o dia reagindo à escassez de:
- Vendas
- Dinheiro
- Pessoas
- Máquinas
- Matérias-primas
Apagar incêndios consome quase todo o tempo disponível.
Resultado: sobra pouco — ou nenhum — tempo para aquilo que garante a perenidade do negócio.
O problema é simples: tempo é o único recurso verdadeiramente finito.
Você não compra tempo.
Não estoca tempo.
Não recupera tempo.
O minuto que passou morreu.
ONDE O TEMPO MORRE
Quando você gasta tempo em:
- Reuniões intermináveis
- Burocracias inúteis
- Perfeccionismo paralisante.
Você deixa de fazer o que realmente importa:
- Conversar com clientes
- Desenvolver pessoas
- Formar sucessores
- Buscar oportunidades
- Pensar o futuro
O negócio entra em piloto automático.
Funciona enquanto tudo vai bem.
E quando a crise chega?
A DECISÃO REAL
Não existe “gestão do tempo”. Existe decisão sobre o tempo.
Cada hora numa reunião significa abrir mão dos resultados que outra escolha poderia gerar.
Agenda não mente. Ela revela poder, prioridade e estratégia.
Você usa o tempo como instrumento de poder ou deixa que ele seja consumido pelos outros?
Texto original de Ismar Becker, reescrito pelo ChatGPT
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