Nos últimos dias, participei de uma discussão sobre a competência dos gestores e conselheiros de empresas convencionais com atuação em startups. Quer conhecer uma conclusão parcial?Ainda não temos uma história suficientemente longa para teorizar sobre possíveis modelos de negócios ou de gestão de uma startup. Conhecemos as características peculiares de uma startup (tecnologia disruptiva, escalabilidade, inovação do produto ou modelo), mas os modelos de gestão estão sendo desenvolvidos ao longo da viagem, por tentativa e erro (experimentação), que caracteriza a startup. Algo semelhante, embora com uma velocidade muito menor, aconteceu antes de Frederick Taylor, seus Princípios da Administração Científica, que focava no planejamento, treinamentos dos trabalhadores, controle e execução, com foco na fábrica. Décadas mais tarde, Peter Drucker descreveu e profetizou todos os conceitos que usamos hoje da gestão do negócio, além da produção. Aqui cabe uma pergunta: a gestão da produção existia antes de Taylor e a da organização antes de Drucker, ou tivemos que esperar os ensinamentos dos dois para começar?Baseado em uma curta experiência de mentoria pro bono em duas startups (Erah, do Maike Marques e do Anderson Santos, e a Onedoor do Parsival Pereira Araujo, me atrevo a afirmar que a experiência de gestor de negócios tradicionais é necessária quando a startup chega em um determinado estágio de crescimento. Seguindo o diagrama abaixo, seria nas etapas de planejamento, análise e captação de capital. Isto tudo, é claro, com dois grandes diferenciais: velocidade das mudanças e convivência com o risco e erro.Em qual fase do ciclo de uma startup do modelo abaixo, você acredita que a experiência de um gestor convencional é necessária?#ismarbecker #oportunidades #carreiras #empreendedorismo #inovação #negócios #startup



