Fazemos mudanças profundas ou falimos. Qual a chance de uma provocação dessas ter como resposta: mas sempre fizemos assim?
Tenho uma coleção de fracassos em não conseguir convencer o time, ou pelo menos as pessoas-chave da necessidade de mudança. Conversando com o Lindolfo Martin da MultiCoisas, na semana passada, aprendi um conceito que mudou minha forma de fazer o desafio acima: MUDAMOS ou FALIMOS.
No conceito de Barry Johnson, algumas situações não são problemas para eliminar, com uma única proposta. Não são a alternativa “isto dá certo” x “aquilo dá errado”. Ele propõe que muitas situações são POLARIDADES, que têm dois lados interdependentes, que devem ser gerenciadas ao longo do tempo, para buscar um equilíbrio ao longo do tempo.
Em resumo, temos que tentar identificar se estamos enfrentando um problema, onde o desafio é decidir entre “um ou outro”, ou temos uma polarização na qual a decisão é “um e outro”.
No caso específico de mudanças estratégicas profundas, em vez de iniciar a discussão apontando os pontos fracos da situação atual e ressaltar as vantagens da mudança, você começa destacando os pontos fortes do modelo atual, que nos trouxe até aqui, mas que pode/deve ser aperfeiçoado para enfrentar um novo cenário.
Você já avaliou por que teve ou não teve sucesso em um projeto de mudança?
Seria o conceito de polaridade uma ferramenta para mitigar a máxima de Drucker “a cultura come a estratégia no café da manhã?”
Fonte: “Leading Chance thought Polarity” – rrabin0.
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