No paraíso, tudo era abundante e grátis. Desde que Adão e Eva foram expulsos do paraíso, vivemos em escassez. Por que as empresas ignoram a escassez?
“A primeira lição da economia é a escassez: nunca há o suficiente de algo para satisfazer todos os que o querem. A primeira lição da política é ignorar a primeira lição da economia”.
Combinando esta frase de Thomas Sowell com o conceito de Custo de Oportunidade, chegamos a um dos grandes problemas da gestão: TEMPO.
No dia a dia de um negócio, os gestores se preocupam com a falta (escassez) de vendas, dinheiro, gente, máquinas, matérias-primas. Isto toma uma boa parte do tempo disponível, sobrando pouco, ou nenhum, para ações necessárias para a perenidade do negócio.
O tempo é um recurso finito, que não se compra, empresta, guarda. O minuto que passou não tem como ser recuperado. Quando você usa o tempo para intermináveis reuniões, burocracias inúteis, perfeccionismo, entre outros, você não tem tempo para motivar pessoas, conversar com clientes, buscar novas oportunidades, treinar sucessores, fazer o futuro. O negócio entra em um modo de piloto automático, que funciona quando as coisas vão bem. E quando vier uma crise?
Como mudar esta situação?
A resposta é avaliar o CUSTO DE OPORTUNIDADE do tempo que você está usando. As horas que você gasta na reunião semanal significam que você deixou de aproveitar os resultados que outra opção poderia ter proporcionado.
Você avalia o custo de oportunidade nas formas como investe seu tempo?
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