Nosso destino é decidido por um conflito silencioso. De um lado, o instinto de sobrevivência. Do outro, aquilo que alguns chamam de intuição, universo ou sabedoria interna. Qual deles decide?
SOBREVIVER NÃO É EVOLUIR
O instinto de sobrevivência é binário: lutar ou fugir.
Ele nos manteve vivos quando descemos das árvores.
Mas hoje, na maioria das vezes, só nos mantém pequenos.
É essa voz que governa:
- A cautela excessiva
- A ansiedade crônica
- A dúvida permanente
- A confortável “zona de conforto”
Ela fala alto porque, por milhares de anos, sobreviver já era vitória.
A intuição fala baixo. Mas aponta longe.
Ela empurra sonhos, projetos, mudanças reais.
E quase sempre é silenciada pelo medo de perder o pouco que já foi conquistado.
COMO CALAR O MEDO
Em uma palestra aos formandos de Stanford, Graham Weaver resumiu bem o processo. Não é místico. É prático.
Tire o prego da testa.
O prego são hábitos ruins, experiências mal resolvidas, crenças herdadas, regras que ninguém mais questiona. Não tiramos porque dói — e porque toda mudança piora antes de melhorar.
Como lembra Robin Sharma:
“Toda mudança é difícil no começo, confusa no meio e prazerosa no final.”
Encontre energia, não paixão. Paixão seduz. Energia sustenta. Sem competência e vitalidade, paixão vira frustração sofisticada.
Mergulhe de cabeça. Envolvimento não muda nada. Comprometimento muda tudo. Não existe meio comprometido.
Como escreveu Goethe:
“Até estarmos comprometidos, sempre haverá hesitação e a chance de recuar.”
CONCLUSÃO
O medo não desaparece. Ele sempre estará lá.
A pergunta não é se você sente medo.
É outra: quando o medo manda, você obedece ou decide assumir o comando?
Fonte: Stanford Graduate School of Business – How to Live Your Life at Full Power – Graham Weaver.
Texto original de Ismar Becker, reescrito pelo ChatGPT.
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