QUANDO A RIQUEZA AMEAÇA O NEGÓCIO

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Por Ismar Roberto Becker

Famílias tomam decisões não necessariamente econômicas, que podem acabar com o negócio. Como controlar isto?

Nas férias de final do ano, com a família na praia, na fazenda ou em um cruzeiro, entre um drink e outro, são discutidos assuntos cruciais para o futuro da empresa familiar.

As férias terminaram, decisões importantes são tomadas, influenciadas pelas conversas das férias.

Nas minhas últimas férias, tive a oportunidade de conversar com membros de duas empresas familiares. Dois cases de sucesso, mas com perspectivas de futuro muito diferentes.

O que as diferencia é o conceito de RIQUEZA SOCIOEMOCIONAL, que explica por que famílias tomam decisões que parecem irracionais, mas são justificadas pela lógica da família. Por esta lógica, a empresa não é só um negócio. Ela é uma extensão emocional da família.

A riqueza socioemocional é importante para manter uma visão de longo prazo, preservar valores e planejar fora da lógica puramente financeira.

O problema é quando o negócio entra nos assuntos das férias, do churrasco, na ceia de Natal. A situação piora quando a discussão é influenciada por pessoas que não são gestores, sócios, não assumem riscos, nem respondem pelos resultados.

Suas opiniões são baseadas em emoções, conflitos ou interesses pessoais. Para piorar, às vezes, as conclusões destas conversas informais são transformadas em decisões que a diretoria ou o conselho tem que engolir.

Você já conviveu com algo assim? Quer saber mais? Entre em contato.

Fonte: Socioemotional Wealth and Business Risks in Family – Luis R. Gomes-Mejía e outros.

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