A vida é um período finito de duração indefinida. Como você administra estes dois elementos: a certeza da finitude e a indeterminação do caminho até ela?
A definição e a pergunta acima, não são de minha autoria. Eduardo Giannetti, no seu brilhante “O valor do Amanhã – Ensaios sobre a natureza dos juros”, abre o primeiro capítulo do livro com estas frases. Na semana passada, tomei um café com Renato Bernhoeft, fundador da Höft Consultoria, um dos papas da gestão de empresa familiar no Brasil, que não seguiu o moto “faça o que eu digo, mas não faça o que faço”, já que fez a sucessão da sua própria empresa. O tema principal da nossa conversa foi a longevidade, que nos obriga a reinventar nossa vida, após o fim da carreira de executivo ou de empresário. Em próximos posts, vou aprofundar alguns dos grandes desafios nesta difícil tarefa, mas hoje começaremos com algumas perguntas colocadas no livro “Longevidade – Os desafios e as oportunidades de se reinventar”, escrito em parceria com Denise Mazzaferro:
Quero mais vida em meus dias ou mais dias em minha vida?Quais são meus valores e potenciais?O que quero da minha vida?De quais grupos faço parte, finjo que faço parte ou quero fazer parte?Como equilibrar trabalho e desfrutar o agora?
Já que você não pode definir a data da finitude, como está preparando o caminho até lá?
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