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Por Ismar Roberto Becker

Admitir a finitude da vida ou da carreira, é a coisa mais difícil para o ser humano. Todos têm medo da morte. Vamos avaliar algumas dicas para nos ajudar neste difícil trabalho de fazer uma aterrissagem suave?
Muitos acreditam que o tempo passa para os outros, mas não para si. Este problema é quase pandêmico dos fundadores da empresa. Eles negam a realidade, alegando que os possíveis sucessores ainda não estão preparados ou que precisam ficar na empresa mais um tempo para deixar tudo redondo. Como avaliam se tem algum sucessor preparado ou se a empresa está redonda, este processo pode se prolongar por anos. A resposta padrão do fundador à pergunta sobre quantos anos ainda vai atuar é: Pelo menos uns cinco anos. Esta resposta independe da idade do fundador. Meu saudoso pai dizia o mesmo, mas os cinco anos dele eram como o horizonte, sempre estavam distantes. No Brasil, dois exemplos emblemáticos foram Olavo Brandão, do Bradesco, e Abraham Kasinsky, da Cofap, que aos 82 anos, depois de vender a Cofap, fundou uma fábrica de motocicletas. No cenário internacional, o caso mais notável é o de Warren Buffet (92), que para ter mais segurança nas decisões se aconselha com o sócio mais velho Charles Munger (98).
Em uma recente conversa com Renato Bernhoeft, que junto com João Bosco Lodi, um dos papas da perenidade das Empresas Familiares no Brasil, aprendi uma lição importante: qualquer processo de sucessão será mais difícil ou até impossível, se o fundador não tiver desenvolvido um projeto paralelo, onde pode gastar sua energia. Não precisa ser uma fábrica de motocicletas, mas algo que preencha a necessidade de criar do empreendedor.   
Sendo o fundador ou executivo, você tem o plano “B ”para o dia que não estiver onde está hoje?
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