Ninguém aguenta mais a pandemia, porém, ainda teremos que conviver com ela por algum,ou quemsabe,por muito tempo. Com o avanço da vacinação poderemos voltar ao normal, mas será que queremos isto?
Praticamente desde o início da minha carreira profissional,passei uns seis meses viajando em uns 70 países e por todo o Brasil. Já perdi a conta das milhas que acumulei nas defuntas Pan Am e Varig,e,mais recentemente,na TAM e Lufthansa. Meu último voo foi em fevereiro de 2020, quando voltei de umafeira na Alemanha. Já estou quase em crise de abstinência nesta área, contando os dias para ir para a Alemanha em setembro, se Deus e a Angela Merkel deixarem.
Como não pude viajar, sobrou um tempo que nunca tive. No início não sabia o que fazer, mas aos poucos fui encontrando ocupações úteis como estudar e escrever posts no LinkedIn. Como os hábitos são adquiridos ao longo do tempo, já me perguntei se quero voltar ao ritmo anterior. Será que uma vida mais minimalista não é melhor para a saúde física e mental?
Uma adaptação que não foi difícil foi o home office. Desde 1997,quando saí da Oxford Porcelanas nunca fui muito adepto à vida de escritório. Aprendi a trabalhar em aeroportos, aviões, hotéis e tenho um home office em casa (com o perdão do trocadilho) faz mais de 20 anos. Sempre acreditei que a criatividade é maior em ambientes alternativos. Um exemplo foi um dia que estava em férias no Zillertal na Áustria, um dos lugares mais bonitos no mundo. Onde você potencializa sua criatividade?
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