Desde 1911, quando Taylor publicou “Os Princípios da Administração Científica” surgiram inúmeras teorias para melhorar o lucro dos negócios. Algumas foram passageiras e outras são aplicadas ainda hoje. O “ESG” é uma onda ou uma mudança definitiva nas empresas?
Uma discussão clássica e até ideológica sempre foi função ou objetivo de um negócio. Milton Friedman, um dos pais da conhecida Escola Econômica de Chicago, de pensamento liberal, resumiu o assunto em uma frase: “the business of a business is business” (o negócio do negócio é o negócio) ou em outras palavras: a única responsabilidade de empresa é gerar lucro. Na verdade, Friedman complementou a ideia dizendo que sem lucro a empresa não pode cumprir com as suas funções sociais, mas é lembrado só pela primeira parte.
No outro extremo, Peter Drucker no livro de 1939 “O fim do homem econômico”, traz que a expansão do negócio e do lucro não deveria ser um fim em si mesmo, e que somente é justificado como meio para melhorar a sociedade. O tema do momento é que as empresas devem administrar seus negócios cuidando do meio ambiente, com responsabilidade social e melhores práticas de governança. Esta prática é resumida na sigla ESG de Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança).
Você segue as práticas do ESG ou pretende fazê-las?
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