A empresa familiar é diferente das não familiares não somente pelo controle acionário, mas principalmente, pela forma de gestão. A sobreposição dos papéis na empresa, na família e na propriedade potencializa os conflitos.
Nada melhor para explicar um problema complexo do que um diagrama de fácil visualização. Na teoria de gestão das empresas familiares, o modelo de Três Círculos desenvolvido por Renato Tagiuri e John Davis mostra claramente, os papéis que os familiares podem/devem desempenhar. Nas aulas que tive com o professor Davis no Owner/President Management, da Harvard Business School, compreendi melhor a necessidade de entender cada um destes papéis e os riscos de não o fazer.
Entre osnossosclientes da Leipold,na Alemanha,e da Beckter,no Brasil,em mais de 30 países,temos empresas familiares em distintas etapas do ciclo geracional. O que diferencia as bem-sucedidas das com problemas,é justamente o baixo (ou nenhum) entendimento dos gestores, familiares e acionistas do papel de cada um. Evidentemente,que sem citar as empresas e/ou pessoas envolvidas comentarei nos próximos posts acertos e fracassos nos negócios. Em uma adaptação domodelo dos Três Círculos, podemos ver quais são as estruturas e os planos adequados para cada um dos papéis que os familiares desempenham.
Na empresa que você atua ou já atuou, está bem definido o papel de cada um nos Três Círculos?
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