Post EMPRESA DE FAMILIA 3 2912

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Por Ismar Roberto Becker

Normalmente classificamos uma empresa como familiar quando o capital está nas mãos de uma ou mais famílias. Mas será que isto coloca os negócios familiares na mesma categoria e com as mesmas soluções para o modelo de gestão e sucessão?
O início de um negócio que poderá chegar a ser uma Empresa Familiar (EF) é quase sempre igual. O fundador (ou mais de um) tem uma ideia, resolve investir seus recursos pessoais, é apaixonado e visionaria com o negócio e não separa o negócio da família. A partir de certo estágio da evolução do negócio, as coisas começam a complicar porque nem todos os membros da família compartilham esta visão, além de acreditar que a EF deve ser como um caixa automático sem limites de saque. O que deve saber o fundador, um colaborador de uma EF, alguém convidado para fazer uma mentoria ou ser Conselheiro em uma EF? 
Uma excelente ferramenta para avaliar o nível de influência da família na empresa é apresentada no livroEmpresa de FamíliadeHelder de Azevedo,idealizador e presidente doInstituto Empresa DE Família.A Escala F-PEC (Família – Poder – Experiência – Cultura) ajuda a mensurar o envolvimento da família nestes três componentes.
1. Poder: Como a família atua na gestão e na governança da empresa. Quantos membros da família atuam na gestão.
2. Experiência: O know-how técnico e/ou mercadológico que é transmitido entre os membros da família.
3. Cultura: Alinhamento dos valores e expectativas da família com os da empresa.
A base da economia alemã são as chamadas “Mittelstand”, que são as pequenas e médias empresas, na sua maioria familiares. Uma grande parte delas não tem perspectiva de sucessão, porque os jovens não querem se envolver no negócio nem como acionistas. Alguém pode contar algum exemplo de sucesso baseado na escala E-PEC?
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