Desde que nascemos, somos influenciados pela sociedade na qual vivemos. Até que ponto estas influências são irreversíveis ou podem ser alteradas?
Esta é uma discussão na filosofia, direito criminal e nas religiões, predominando a corrente que defende que somos produtos do meio. Em resumo: filho de bandido será bandido. As evidências provam o contrário, desde a história bíblica de Caim e Abel. O filósofo John Locke (1632-1704) defendeu que nascemos como uma folha em branco que pode ser preenchida pelas experiências externas (meio), mas também, pelas internas (reflexão). A antiga parábola dos dois lobos descreve de forma mais simples a teoria de Locke, quando um avô deu uma grande lição ao seu neto.
O velho diz ao neto: “Há uma batalha travada dentro de mim. Uma luta terrível entre dois lobos. Um é maligno – raivoso, ciumento, arrogante e covarde. O outro é bondoso – pacífico, amoroso, modesto, generoso, honesto e confiável. Estes dois lobos também estão lutando dentro de você, dentro de todas as outras pessoas”.
Depois de um tempo o garoto perguntou: Qual dos lobos vai vencer? O velho sorri e responde: O lobo que você alimentar.
Que lobo você está alimentado na sua casa, na sua família, no trabalho e na sociedade?
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