Mudanças perturbam a grande maioria dos seres humanos. Sair da zona de conforto mexe com o psicológico e até com o físico. Alguns fingem que mudam algo, na esperança de que tudo fique como está. Ferramentas importantes são o conhecimento, o desenvolvimento e o foco nas forças, sem tentar eliminar as fraquezas, como recomendou o guru Peter Drucker.
Refletindo a combinação planejamento e oportunidades, admito que os ‘cavalos encilhados que passaram na minha frente’ me levaram a trilhar uma carreira diferente da planejada. Gosto da frase “a única constante é a mudança”, dita muito antes das expressões destruição criativa, disrupção, resiliência e antifragilidade.
Na empresa familiar na qual trabalhei, a Oxford Porcelanas, saí da zona de conforto algumas vezes. As mais radicais foram mudar com a família para a Irlanda e duas semanas depois, pedir demissão para começar meu próprio negócio. Não foi por outra razão que dei o nome de Shiva, deus Hindu, que diz que devemos destruir tudo ao final do dia para fazer melhor no dia seguinte. Também saí da zona de conforto quando comprei a empresa alemã Leipold International. Experiência que contarei em outro post.
Você já saiu da sua zona de conforto muitas vezes? Como foi a experiência?
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