Quais lições você pode aprender com uma grande derrota?
Esta história começa em uma batalha entre o exército de Napoleão e o do Kaiser da Prússia, em 1806. Mais de 200 mil soldados começaram a batalha sem enxergar nada devido a uma névoa que ofuscou até a fumaça dos canhões que não paravam de atirar.
Alguns anos depois, dois generais prussianos e um dos principais estrategistas militares da história (Carl Von Clausewitz) avaliaram a esmagadora derrota e concluíram que, em um ambiente com pouca visibilidade ou previsibilidade, as tropas não poderiam ficar esperando ordens superiores. Foi a delegação que deu a vitória para Napoleão.
As principais lições dessa batalha de 1806, que deveríamos usar na gestão das empresas no mundo VUCA de hoje.
- Autonomia disciplinada: o líder define o “por quê” e o “o que”, delegando o “como”. Os militares prussianos ficaram esperando ordens superiores, enquanto os franceses, mesmo sem ver o campo de batalha inteiro, faziam ajustes no território que podiam enxergar.
- Simplicidade/clareza: o “por quê” e “o que” devem ser comunicados de uma forma simples e clara, ajustando a linguagem a cada nível hierárquico.
- Empoderamento: delegar de acordo com o limite da competência de cada nível hierárquico.
- Flexibilidade: os pontos acima podem/devem ser ajustados às mudanças internas ou externas.
Uma frase de Napoleão resume estas lições: “Planejar é essencial, mas o campo de batalha muda — e o líder precisa reagir com agilidade”.
Esta é a realidade na empresa na qual você atua?
Fonte: “A Linguagem dos Líderes” – Kevin Murray.
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