PAPEL DO SUCEDIDO 0308

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Por Ismar Roberto Becker

Você levanta cada manhã pensando que chegou um dia mais perto do fim? Claro que não, mas é a pura e dura realidade. Quer conhecer algumas sugestões para conviver melhor com isso?“A vida é um período finito com data indefinida para terminar”, escreveu Eduardo Giannetti no livro “O valor do amanhã”.Todos sabemos disso, mas nos custa aceitar que vai acontecer conosco. À medida que avançamos os anos, nossa ansiedade aumenta. A única ação que podemos tomar é ajustar nossa atividade laboral, física, social e intelectual com esta realidade.Na semana passada, recebi da colega (que conheci aqui no LinkedIn) Beatriz Brito um excelente material sobre o papel do sucedido no agronegócio, que está disponível no link do IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa.A tese fundamental da Bea, é que os processos de sucessão focam excessivamente na busca de sucessor, não dando à devida importância no dilema, nas dúvidas e dores de que terá que “deixar o osso”.Já tive o privilégio de debater este tema com o Renato Bernhoeft, o decano brasileiro no campo da transição de gerações e planejamento sucessório. Ele pondera que se o futuro (a) sucedido (a) não tiver um plano para o “day after”, a maioria dos processos de sucessão serão, no mínimo, procrastinados.Emprestando uma metáfora usada pela Bea no material: “Para largar um balanço do trapézio, o sucedido tem que ter outro para se agarrar”.Este dilema não vale só para quem tem uma empresa, mas para todos que tem um trabalho, em qualquer negócio. Gosto de uma sugestão do Ryan Holiday no livro Diário estoico: “Há pouco significado em sua vida que sua única ocupação é o trabalho, até que você seja finalmente removido em um caixão”.Quais são os seus planos para uma nova etapa da sua vida?#ismarbecker #carreiras #oportunidades #motivação #empreendedorismo #negócios #sucessão 

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