“Não podemos resolver os problemas de amanhã com os conselhos de ontem”. Por que uma afirmação tão dura está mudando o papel dos conselheiros? Fiz esta pergunta no post https://www.linkedin.com/posts/ismar-becker-mentor-consultoria-conselheiro-ceramica-harvard-insead-gestao-mercadointernacional_ismarbecker-governanaexa-empresafamiliar-activity-7366424565461266433-GAv7?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAA2bOxcBye2CyN6KPOWtiZwk3L_FHnxMT84 baseado nas recomendações do livro The Future of Boards com relação à necessidade de os Conselhos adotarem uma postura mais proativa. A provocação que o livro traz é sobre as mudanças no papel dos Conselhos em termos de Estratégia e Risco, que podem ser resumidas em: - Menos fiscalização. Mais planejamento. Evidentemente, o papel fiscalizador (compliance) é inerente ao Conselho, embora ela seja muitas vezes negligenciada (Vide Americanas e Estatais brasileiras). Apesar da importância desta atividade, não gera valor, nem garante a perenidade do negócio. As rápidas mudanças no cenário geopolítico e geoeconômico global exigem do Conselho uma atuação mais direta para reagir (ou proagir?) nas pressões regulatórias, mesmo com a decadência do ESG, tecnológicas, de mentalidade das novas gerações (colaboradores e clientes). - Foco, estratégia e risco. Acompanhar os riscos de tecnologia disruptiva, cibersegurança, geracionais, de cadeias de suprimento, são vitais. O crescimento sustentável só será possível com uma grande resiliência organizacional, ou talvez até uma antifragilidade. Aprendi no CELINT - Centro de Estudos em Liderança e Governança Integrais, que o conselheiro deve ser mais “hands off” e mais “noses on”, ou seja, não se envolver na gestão do dia a dia. Mestre Wanderlei Passarella, o balanço do hands off e noses on não fica um pouco alterado neste mundo VUCA? Fonte: “The Future of Boards: Meeting the Governance Challenges of the Twenty First Century. #ismarbecker #governança #EmpresaFamiliar #sucessão #perenidade #Conselho



