Números não mentem, desde que não sejam manipulados. Vamos comparar países com economia de mercado com economias centralizadas?
PRODUTO INTERNO BRUTO
Cuba: de 1959, ano da revolução, até 2022, o PIB cubano cresceu 4,1 vezes.
Venezuela: de 1999, início do chavismo, o PIB venezuelano caiu uns 14%, pelo poder de paridade de compra.
Brasil: apesar de alguns péssimos governos, o PIB brasileiro cresceu 4,1 vezes desde 1959.
Coreias: no final da guerra (1953), o PIB da Coreia do Norte era maior do que o do Sul. Hoje, a Coreia do Sul é 170 vezes maior do que a do Norte.
CULPADOS
Os fundamentos da esquerda não são um conjunto de ideias racionais. São um padrão inflexível, emocional e cognitivo. Chamo isto de Dissonância Cognitiva.
Os culpados pelos desastres socioeconômicos esquerdistas são sempre os outros. As emoções superam os fatos. Os seguidores de Allende no Chile diziam: “Es un gobierno de mierda, pero es mi mierda”.
No fundo, fazem parte de uma nova religião, embora o grande guru alemão tenha dito que a religião é o ópio do povo. Esta é a única convergência que tenho com ele. Dogmas inquestionáveis e a promessa de uma sociedade perfeita são os dois únicos mandamentos.
Cuba e Venezuela eram umas duas das economias mais ricas das Américas antes de Fidel e Chaves. Hoje estão quebrados. A Coreia do Norte era mais rica do que a do Sul. Hoje é a maior prisão do planeta.
Seguindo o corolário esquerdista, a culpa é dos outros.
Ideologias não quebram países. Países quebram quando ideologias se tornam imunes à crítica.
Quando os fatos insistem em contrariar a narrativa, como sugeriu o PR para Maduro, o que deve mudar primeiro: os dados… ou a crença?
Fontes: Maddison Project Database; “A Mente Esquerdista”– Lyle Rossite.
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