Muitas vezes já fui acusado de me autopromover aqui no LinkedIn. Minha resposta é simples: é claro que escrevo para me autopromover. Quer saber por quê?
Não joguem pedras por este sincericídio. Deixe-me completar a resposta sobre a autopromoção com uma palavra importante: TAMBÉM. Sim, sim, sim: escrevo no LinkedIn também para me promover.
OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS
Esta frase atribuída a Maquiavel, muitas vezes mal-usada e interpretada, é uma parte da resposta à pergunta porque faço autopromoção.
Há três anos, eu era um simples desconhecido, fora do setor de porcelana de mesa. Como minha INTELIGÊNCIA FLUIDA já tinha se exaurido, pensei eu aperfeiçoar a INTELIGÊNCIA CRISTALIZADA. Deixar de ser jogador, passando para treinador. Em outras palavras, sei que já não tenho competência, nem tesão, para as batalhas do dia a dia da gestão de um negócio. Isto dói, posso garantir, mas acreditei que poderia começar outra carreira.
Para entrar no mercado de mentorias e conselhos, onde o charlatanismo nas primeiras e o compadrio nas segundas imperam, você tem que se destacar da manada. Foi aí que decidi: às favas, atualmente, todos os escrúpulos de consciência! A frase não é minha. Maiores detalhes no Google ou ChatGPT. Fui para a guerra com duas estratégias.
AUTOPROMOÇÃO É NECESSÁRIO
A autopromoção deve ser equilibrada. Não fazer, fazer de forma limitada ou exagerada não atingem os objetivos. O balanço deveria ser uma relação entre autopromoção e o que estou contribuindo.
Escrevo no LinkedIn todos os dias para me promover. Em três anos, plantei muito, mas, financeiramente, colhi pouco. O retorno não financeiro, contudo, foi impagável. Construí um networking incrível, fiz muitos amigos especiais, recebi depoimentos emocionantes de pessoas que se beneficiaram dos meus posts.
COMO TER CREDIBILIDADE
Para você vender algo, principalmente intangível, como mentoria e consultoria, é essencial ter credibilidade. É um jogo duro, com turno e returno. Credibilidade tem que ser conquistada em duas etapas.
- Ser BOM no que você faz.
Não adianta você resumir livros, postar provérbios ou imagens. Você tem que falar o que você fez ou vivenciou. Não tente mentir porque a maioria do povo do LinkedIn não nasceu ontem.
- Ser RECONHECIDO no que você é bom.
De nada adianta você ser bom em algo, querer fazer um negócio, e ninguém te conhecer. Claro que aprendi escrevendo todos os dias, mas só consegui alguma credibilidade, porque me tornei reconhecido.
Em resumo: a autopromoção é válida enquanto você criar valor para o cliente em potencial.
Estas reflexões são para uma palestra pro bono que farei na próxima semana, sobre minha experiência no LinkedIn, para a Alquini Marketing Criativo, da Fernanda Silva e da Beatriz Alquini.
O que você incluiria, ou excluiria, na mensagem? Ou seria melhor eu não ir à palestra?
Fonte: “Leadership Lessons that Transform” – Marschall Goldsmith and Charles Good – Institute for Management Studies.
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