O poder de decidir, de mandar, foi substituído pelo de influenciar. Quer saber a diferença, antes que seu poder desapareça?
A autoridade hierárquica perdeu eficácia em ambientes complexos, interdependentes, multigeracionais, remotos ou híbridos. Hoje o líder não manda mais, ele tem de orquestrar, usando a influência.
O líder tem que alinhar interesses, reduzir resistência, construir legitimidade, criar movimento sem coerção.
No passado, o cargo significava obediência. Hoje, a confiança dos subordinados leva à adesão que gera os resultados.
A influência é conquistada na rede de relações, na reputação ao longo do tempo, na coerência nas decisões, no reconhecimento dos erros, nas demonstrações de integridade. Isto é fundamentado em três princípios:
– Credibilidade: suas ações mostram que sabe o que está fazendo. Você é consistente nas decisões, o que gera confiança e segurança.
– Entendimento do ambiente: você entende o papel de cada um dos integrantes do sistema. Quem tem maior poder de influência? Quem está aliado com quem? Quem pode ser resistente. Quem pode negociar melhor do que você?
– Capital Social: você deve cultivar aliados, apoiadores ao longo do tempo, não só quando precisa deles.
Faz uns 2.500 anos, Aristóteles já dizia que a influência é conquistada com três fatores:
– Logos: lógica, dados, fatos.
– Ethos: ética, coerência, princípios, aquilo que você faz quando os outros não estão vendo.
– Pathos: empatia, emoção.
A autoridade formal continua existindo, mas sozinha, ela não sustenta transformação.
Você sabia disso? Se não sabia o que vai fazer para não perder o poder?
Fonte: “How influence really works in modern leadership” – London Business School – Think Ahead Podcast.
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