Façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço. Esta frase, atribuída a Jesus, é praticada pelos políticos, religiosos e gurus de gestão. Quer conhecer a história de como tentei não cometer este erro na semana passada?Em alguns dos meus últimos posts, falei sobre temas como “Quiet Quitting” (desinteresse pelo trabalho), Deuses da Gestão (culturas nas empresas), Estoicismo (preocupar-se com o que podemos controlar) e felicidade (viver a vida a cada dia). Na última semana, estive na Alemanha, visitando a Glasstec (feira de vidro), e na Inglaterra, contatando fornecedores e concorrentes. Esta foi minha rotina, interrompida pela pandemia, desde o início da década de 80, quando iniciei minha carreira. Como em toda viagem, tive problemas nos aeroportos, com a “burrocracia” (com dois erres!) dos serviços de imigração, com reservas de hotéis e com alguns dos contatos. O que mudou foi que apliquei o que escrevi sobre os temas que comentei nos últimos dias (acima), para transformar os problemas em conhecimento, seguindo a máxima de transformar um limão em uma limonada, com os seguintes passos:1. Estava trabalhando, mas não troquei a vida pelo trabalho, como aprendi com Arthur Brooks no livro “From Strength to Strenght”.2. Aceitei, sem concordar, a cultura de um gestor Zeus, que acredita que sabe tudo, seguindo o que Charles Handy diz no livro “Deuses da Gestão.3. Errei feio por não seguir duas lições dos Estoicos: valorizar demais as opiniões dos outros e opinar em tudo. Até pouco tempo, isso teria estragado meu final de semana.4. Avaliei os acertos e erros da semana, mudei os planos de visitar a cidade do Porto, em Portugal, fiquei na linda praia de Matosinhos para aproveitar as pequenas coisas da vida, o que inclui uma longa caminhada a beira mar, leituras, reflexões e “last but not the least”, degustar um maravilhoso bacalhau regado com um bom (e barato) vinho verde. Você chupou limão ou tomou limonada nesta última semana?#ismarbecker #carreiras #motivação #oportunidades #felicidade #Estoicos #worklife #Portugal



