“Fascista é alguém que diz falar por todos, não respeita o direito dos outros e usa violência — ou qualquer outro meio — para atingir seus objetivos.”
Essa definição não é minha. É de Madeleine Albright, filha de refugiados do nazismo e primeira mulher a ocupar o cargo de secretária de Estado dos EUA.
Falta algo nessa definição para enquadrar Stalin, Hitler e Mao, Franco, Fidel, Getúlio ou Perón? Não. Falta coragem para aceitá-la.
No livro Fascism – A Warning, Albright descreve o fascismo não como um rótulo ideológico, mas como um modo de operar o poder. As características se repetem:
- Rejeição da democracia e do pluralismo
- Nacionalismo usado para unir “os nossos” e excluir “os outros”
- Devoção ao Líder Supremo (Führer, Duce, Grande Timoneiro)
- Desprezo pelas instituições e pela imprensa
- Manipulação sistemática da verdade, propaganda massiva
Acrescento uma que nunca falta, supressão da liberdade individual em nome de um Estado forte, moralizador ou “protetor”. Qualquer semelhança com decisões da corte suprema do Brasil não é mera coincidência.
Ideologias variam. O método é o mesmo.
É aqui que entra o Diagrama de Nolan. Ele não mede boas intenções. Mede poder do Estado.
Num eixo, a liberdade econômica. No outro, a liberdade individual.
Quanto mais o Estado controla a economia e a vida privada, mais você desce para o quadrante inferior esquerdo. Ali não há milagre: só existe totalitarismo, seja com uniforme verde-oliva, bandeira vermelha ou discurso “humanitário”.
A história deixou isso claro em 1939, quando dois regimes totalitários dividiram a Polônia. Um liderado por um austríaco assassino. O outro por um georgiano igualmente assassino.
Ideologias diferentes. Método idêntico.
Por isso é ignorância histórica chamar liberais de fascistas.
Liberais rejeitam:
- O “gasto é vida”
- O controle social da mídia
- A censura travestida de proteção
- O Estado moralizador
- E também capitães, seitas religiosas e negacionismo científico no poder
Não defendemos salvadores da pátria. Defendemos limites ao poder.
Nosso lema é simples e continua válido:
VIVA LA LIBERTAD, CARAJO!
A pergunta final é inevitável:
Você defende liberdade — ou apenas o autoritarismo que concorda com você?
Fonte: “Fascism – A Warning” – Madeleine Albright.
Texto original de Ismar Becker, reescrito pelo ChatGPT.
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