Por que sofremos agressões quando escrevemos sobre educação? Leia até o final para saber a resposta.
Com mais de 1.300 textos postados no LinkedIn, só tive um cancelado. Outro bateu o recorde na agressividade nos comentários (leia aqui o post https://www.linkedin.com/posts/ismar-becker-mentor-consultoria-conselheiro-ceramica-harvard-insead-gestao-mercadointernacional_ismarbecker-motivacao-carreira-activity-7213134441542479874-XiP3?utm_source=share&utm_medium=member_desktop). Nos dois critiquei:
- DISSONÂNCIA entre currículo desenvolvido para as necessidades da Revolução Industrial e o mundo atual.
- A alquimia reversa de transformar educação e DOUTRINAÇÃO IDEOLÓGICA.
- O CORPORATIVISMO que impede qualquer evolução no sistema.
Como não tenho medo de cachorro que late muito, retomo o tema com duas manchetes:
MUNDO
“Estagnação Escolar – Escolas dos países ricos estão fazendo pouco progresso. Temos que voltar para o básico” – Revista The Economist, em tradução livre.
Nos três temas da avaliação do PISA (matemática, leitura, ciências, só a Irlanda (em leitura) entrou nos cinco primeiros). Singapura foi a primeira nos três. Os outros, alternadamente, foram Japão, Taiwan, Coreia do Sul, Macau e Hong Kong. Na Europa, até a Finlândia, que os igualitários citam como modelo, caiu na avaliação.
BRASIL
“Os índices são preocupantes: o Brasil continuou na parte inferior da tabela do PISA, com notas muito abaixo das médias registradas pelos países da OCDE” – G1 – Índice PISA.
Dos 56 países avaliados, estamos no posto 44. Nos três campos, estamos muito abaixo da média das OCDE, apesar de gastarmos (Gasto é Vida), um percentual do PIB maior do que a maioria.
EDUCAÇÃO ou DOUTRINAÇÃO
Agora vamos para a pergunta inicial: por que os identitários xiitas agridem quando criticamos o sistema educacional?
A razão é simples. Com o fim do argumento da luta de classes, que levaria ao fim do capitalismo, era necessário outro motivador, já que os trabalhadores do mundo não se uniram contra o capitalismo, porque evoluíram econômica e socialmente.
Restava vender um terreno no céu da utopia igualitarista aos mais jovens, sendo os mais vulneráveis, por estar com a mente em formação.
O primeiro a formular a ideia foi Gramsci na Itália. Aqui no Brasil, Paulo Freire definiu o objetivo da educação:
Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor.
Não por acaso, os primeiros lugares no ranking do PISA, são países onde prevalece a lógica de Confúcio:
“Por natureza os homens são próximos. A educação os afasta!”.
Será por que acreditam no dogma da igualdade, ou proximidade como disse Confúcio, que igualitaristas são contra a educação meritocrática?
Leia logo este post. É muito provável que seja censurado, pelo controle social da imprensa, dominado pelos camaradas do politburo.
Fonte: The Economist – “Schooling Stagnation – Must Try Harder”; G1 – Ranking Educação – Brasil está nas últimas posições do PISA 2022”.
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