A escola industrial traiu o pensamento. A escola ideológica traiu a razão.
Por que ambas falharam em formar adultos capazes de decidir?
ESCOLA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
O modelo ainda vigente tem como objetivo formar operários obedientes. Busca a padronização para fábricas tayloristas da Administração Científica. É baseada na repetição e memorização, onde o professor é um feitor, as falhas são punidas, e o aluno sai, com sorte, com competências do passado. Pensar não é um dos objetivos.
Montaigne, no século XIV, já disse que decorar não é aprender. Aprender é julgar, comparar, questionar e aplicar.
ESCOLA IDEOLÓGICA
Fundamentada na falácia de que o mundo é dividido em opressores e oprimidos, gurus como Gramsci e Paulo Freire, o escasso pensamento que a escola da Revolução Industrial passa ao aluno foi substituído por uma catequese ideológica.
Além de não ensinar a pensar, passou a ensinar o que pensar. Pensamentos dos gurus progressistas não podem ser questionados. Tem que ser seguidos. Qualquer semelhança com a Inquisição da Igreja Católica, ou a teocracia xiita do Irã, não é mera coincidência.
A velha igreja, que era o ópio do povo, foi substituída pela nova droga de que todos são iguais, ainda que alguns sejam mais iguais do que os outros.
ESCOLA DA DECISÃO
A premissa básica desta escola é preparar as pessoas para a economia do conhecimento. Pessoas que possam fazer julgamentos com responsabilidade.
Com escolas onde mentores, ao invés de feitores, ou doutrinadores, ensinem a analisar, debater, escolher, sem nenhum viés ideológico, para podermos evoluir para um mundo melhor.
A Escola da Revolução Industrial forma operários obedientes. A Escola Ideológica forma massa de manobra para novos opressores, travestidos de país dos pobres.
O que precisamos são pessoas capazes de decidir.
Qual é a sua escola?
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