DESDONIZAR EMPRESA 2404

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Por Ismar Roberto Becker

TEMOS QUE DESDONIZAR AS EMPRESAS Tirar o dono da empresa é tão ruim quanto o deixar até que esteja babando na gravata. Como encontrar um meio-termo?No último final de semana, estive em um churrasco com amigos. Dois deles eram grandes empresários. Um fez uma transição turbulenta, mas bem-sucedida. A outra luta até hoje para largar o osso, enquanto queima patrimônio. São dois extremos do problema da saída do fundador. Um rápido resumo dos dois casos.SUCESSOR TERRA ARRASADAO que saiu não era o fundador, mas representava a cultura de uma empresa bem-sucedida. O primeiro executivo teve que fazer o serviço sujo, reduzindo uma estrutura patriarcal. Os dois outros se dedicaram a destruir a cultura da empresa em nome da profissionalização.Após anos de decadência, a empresa voltou a crescer, quando a “prata da casa”, que preservou os valores, ao mesmo tempo que inovou, assumiu a gestão. A empresa vai muito bem, obrigado.SUCESSOR SEM PODER Os que entraram no comando da gestão (não foram poucos), não tiveram o poder para implantar mudanças operacionais e estratégicas. A figura do filho de fundador que revolucionou o negócio, embora fora do palco, impedia qualquer mudança. A empresa definha faz anos.  QUAL A SOLUÇÃO?Desdonizar não existe no vocabulário português. É um neologismo que significa tirar o dono. Tem um lado bom que é colocar sangue novo na gestão, que necessita mais agilidade e abertura para novas ideias. O lado ruim é querer eliminar os valores que levaram a empresa até onde ela chegou. É o risco de jogar a criança com a água do banho. Como tirar o dono, sem tirar os valores da empresa? #ismarbecker #carreira #empreendedorismo #sucessão #EmpresaFamiliar

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