DECRESCIMENTO 0107

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Por Ismar Roberto Becker

“Os filósofos interpretaram o mundo de diversas formas. O ponto, contudo, é transforma-lo!” Seguindo esta linha Marx previu fim do capitalismo. Quer saber porque ele estava certo?Fazer previsões é sempre um exercício arriscado. Pode acabar com a reputação de qualquer um. Uma forma para reduzir este risco é fazer previsões vagas, que permitam diversas interpretações, além de não estabelecer uma data para o evento previsto. Alguns que adotaram este logica: o mago Nostradamus, os horóscopos, tarôs, ciganas que leem as mãos. Como Marx era inteligente, tanto que quase nunca trabalhou da vida, ele seguiu este conselho, não estabelecendo um prazo para o fim do capitalismo. Os seus discípulos seguiram nesta linha, até porque são pouco familiarizados com a transpiração, preferindo viver em estado permanente de masturbação criativa. O problema é a que a seita marxista foi perdendo fieis pelos desastres econômicos, e humanos, nos países onde a utopia foi tentada. Pior do que isto já passaram mais de 150 anos do lançamento do “O Capital” me o capitalismo continua firme e forte, apesar (ou quem sabe devido) às crises. A solução foi dar um banho de loja na previsão, adicionar uma nova ameaça (apocalipse climática), além de seguir o conselho da frase que está no tumulo de Marx: Vamos transformar o mundo. A nova profecia é promover o descrescimento, que seria “uma redução temporária da produção e do consumo em regiões mais ricas do mundo, planejada democraticamente para diminuir as pressões ambientais de forma equitativa e com objetivo de melhorar o bem-estar.” O autor da frase entre parênteses é o francês Timothée Parrique, autor do livro “Desacelerar ou perecer: A economia do decrescimento.” Só li comentários sobre o livro, mas me parece que o jovem candidato a filosofo não explicou quem/como vai decidir quem não vai produzir, que produto não será produzido, como será o processo democrático para planejar está redução e quem definirá o bem-estar. Qualquer semelhança com Cuba não é mera coincidência. Como não tem nada tão ruim que não possa piorar, tem um outro profeta do apocalipse, mais lunático do que o Parrique. No livro “Less is More” (Menos é Mais, em tradução livre), Jason Hickel, economista que diz focar seus estudos(sic!) na antropologia econômica, na desigualdade, no imperialismo e na economia política, prega simplesmente a abolição do capitalismo e a criação de um regime Poscapitalista. Em uma palestra na Holanda, disponível do YouTube (Jason Hickel on Post-Capitalism – Wetenschappelijk Bureau GroenLinks) o Hickel segue os dois primeiros passos do roteiro descrito por Thomas Sowell, em “Os Ungidos – A Fantasia das Políticas Sociais Progressistas”:1-Crise: situação gravíssima que só os ungidos(no caso ele) podem resolver; Para justificar a crise ele apresenta uma série de indicadores, cuja fonte é ele mesmo, com absurdos como um aquecimento global de atual 3,2 graus, com mais de 30 milhões de pessoas tendo que migrar por ano, devido ao aquecimento globar. A fonte deve ser a mesma que nossa ministra usou em Davos(120 milhões de brasileiros passando fome). 2-Solucao: acabar com o capitalismo, reduzir o nível da atividade econômica, para que todos fiquem no mesmo nível de miséria, como em Cuba, na Venezuela e Coreia do Norte.Comparado com estes dois, você não concorda algumas eminencias do nosso governo, são verdadeiros carneirinhos ideológicos? #ismarbecker #ideologia #clima #apocalipse #terrorismo #socialismo #comunismo

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