O Conselho, o CEO e a Alta Gestão devem ter espírito empreendedor. Quer saber por quê?
Em um cenário geopolítico e econômico em rápidas e constantes mudanças, as empresas, especialmente as familiares, não podem se dar ao luxo de cuidar somente do dia a dia. Cuidar do dia a dia é fundamental, mas não suficiente. O topo da liderança da empresa deve ter um espírito empreendedor com as seguintes características:
– Visão de futuro: capacidade de antever oportunidades e ameaças, com ações rápidas.
– Iniciativa: correr riscos calculados, mesmo sem todas as informações desejadas.
– Liderança: sair da zona de conforto, liderando mudanças, preferencialmente antes da concorrência.
– Experimentação: apoio a projetos que testam, inovam, buscando melhores resultados.
– Mentalidade de dono: visão de longo prazo para perenização do negócio.
Estas lições são de Joel Peterson, no livro “Entrepreneurial Leadership”, que diz que liderança empreendedora não é um cargo, é uma mentalidade.
Nas minhas conversas com clientes, fornecedores, associações de classe e colegas conselheiros, vejo cada vez menos espírito empreendedor. O tempo vem sendo engolido pela burocracia, aversão ao risco, engessamento (Normas ISO, ESG), foco no faturamento do mês.
Óbvio que a alta gestão, incluindo o conselho, deve dedicar uma parte do tempo fazendo o papel do “caretaker”, mas isto, no máximo, mantém o negócio estável, se não houver mudanças na economia, na tecnologia ou provocadas pela concorrência.
Quanto tempo o Conselho e a Alta Gestão (CEO e diretores) devem dedicar ao futuro?
Fonte: “Entrepreneurial Leadership “- Joel Peterson.
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