CONFLITOS DE GERAÇÕES DESTROEM OS NEGÓCIOS

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Por Ismar Roberto Becker

A distância que me separava do meu pai era significativa. A separação dos meus filhos é enorme. Nem quero pensar na separação da minha neta. Como enfrentar esta realidade na empresa familiar?

As empresas têm problemas de custos, de falta de mão de obra, de novas tecnologias, da concorrência, da quase impossibilidade de entender a legislação de impostos, dos conflitos entre gerações. As empresas familiares têm estes problemas e mais um: os FAMILIARES.

Faz alguns dias, fui visitar uma jovem bem-sucedida empresa familiar. Já ao entrar na empresa, você sente um clima de start up, embora ela não entre, necessariamente, na categoria.

A empresa está sofrendo as naturais dores de um crescimento rápido, e do alto turnover do pessoal, típicos da geração Z. O crescimento exponencial parece ter batido no teto. Novos mercados têm que ser desenvolvidos. Até aqui temos um problema comum entre muitas empresas.

O problema fica mais complicado devido à diferença geracional entre os dois sócios, que casualmente são pai e filho, sendo o segundo o criador e motor do negócio. O pai apoiou a criação e estruturação do negócio, mas tem dificuldades em abrir mão de um controle minimalista. Esqueci de perguntar se é virginiano.

Feliz e excepcionalmente, entendeu que está travando a passagem da empresa para outro patamar. Por isso, decidiu fazer um sabático de um ano, coisa muito rara.

Dois dos desafios da empresa são:

– Estruturar uma governança, sem engessar o negócio.

– Encontrar um osso para o sócio, durante e ao final do sabático. As ideias que ele me apresentou tomarão no meio da semana. O que fará nos outros dias?

Que conselhos você daria para os dois sócios?

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