“Nós podemos disputar eleição, nós podemos brigar na eleição, nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição”. Sabe de quem é a frase? Quanto custará o diabo em 2026?
O pacote de bondades com dinheiro alheio chegará perto de 88 bilhões de reais com as seguintes contas adicionais:
– Crédito consignado privado: 24,0 bilhões.
– Isenção IR: 31,0 bi
– Gás do povo: 1,6 bi
– Luz do povo: 4,3 bi
– Casa Brasil: 13,9 bi
– Faixa 4 Minha Casa Minha Vida: 7,7 bi
– Novo Crédito Imobiliário: 22,3 bi
– Saque Aniversário FGTS: 16,7 bi (antecipação)
Estes programas, que deveriam chamar Bolsa Voto, representam mais de 0,75% do PIB projetado para 2025.
Quanto custava em 2025?
O Bolsa Família e o BPC (Benefício de Prestação Continuada) consumiram 158 e 122 bilhões, respectivamente, ou 2,37% do PIB estimado de 2025.
Quanto custa um voto?
O pacote do Bolsa Voto soma uns 368 bilhões de reais, ou 3,12% do PIB. Para efeito de comparação, a educação é uns 5,10% e a saúde 5,03%.
Em uma conta de português de padaria (entra em um bolso e sobra no outro) 368 bilhões de reais / 115 milhões de habitantes = 3.200 reais por voto.
Qual é o problema desta farra “fiscoeleitoral”?
Não existe economia funcional (gerando riqueza para distribuir) que possa se dar ao luxo de ter mais de 30% da população dependendo do trabalho dos 70% que geram a riqueza.
Benefícios sociais são instrumentos legítimos de proteção, desde que sustentados por crescimento, produtividade e base fiscal. Quando sua expansão ocorre sem esses pilares, especialmente em ano eleitoral, deixam de ser política pública e são ferramenta de curto prazo.
Sabe de quem é a frase do primeiro parágrafo?
Isso é política social ou estratégia eleitoral financiada pelo futuro?
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