Filhos não vêm com manual de instruções. O mesmo vale para a entrada dos filhos na Empresa Familiar. O que não devemos fazer no processo?
A Empresa Familiar nasce com a segunda geração. Enquanto só o fundador e, eventualmente, o cônjuge, ela é pessoal. Esta era a posição de um dos precursores do estudo das Empresas Familiares no Brasil, João Bosco Lodi, com o qual tive o privilégio de interagir no início da minha carreira.
Vou responder à pergunta de um pai sobre como poderia preparar o filho para entrar na empresa, usando os conselhos do Prof. Lodi do que ele não deveria fazer.
– Colocar o filho na empresa sem formação ou maturidade, só por ser filho.
– Não definir claramente, para o filho e os outros, o papel/função que o filho deverá desempenhar.
– Tratar o filho como filho, não como mais um colaborador na empresa.
– Blindar o filho contra falhas e críticas.
– Não perguntar ao filho se é realmente isto que ele quer.
Fonte: Sucessão e Conflito na Empresa Familiar” – João Bosco Lodi.
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