ASCENSÃO E QUEDA DAS EMPRESAS FAMILIARES

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Por Ismar Roberto Becker

“Todas as famílias felizes se parecem, mas cada família infeliz é infeliz à sua maneira”. Por que esta frase resume a saga da Empresa Familiar: pai rico, filho nobre, neto pobre?

Ontem conversei, ao vivo, com meu amigo Fernando Blanco, uma das pérolas que acumulei na minha jornada no LinkedIn. O Nassim Taleb deve ter se inspirado nele quando escreveu Antifrágil. Ele é um exemplo de superação, um verdadeiro Fênix. O assunto foi:

EMPRESA FAMILIAR: DESAFIOS DE GESTÃO E SUCESSÃO

Como sei que o cara é uma fera, passei o final de semana prolongado revendo:

– Minhas experiências como executivo em empresa familiar.

– A decisão de sair da empresa familiar, onde era o príncipe herdeiro.

– Trabalho como fornecedor de empresas familiares no Brasil e dezenas de países.

Sabendo que isto não seria suficiente, reli três livros de cabeceira, com cujos autores tive o privilégio.

– De conviver (João Bosco Lodi)

– De quem fui aluno na Harvard Business School (John Davis).

– Com quem tenho a honra de tomar um café quando vou para São Paulo (Renato Bernhoeft).

A conversa começou com a frase de Tolstoi sobre as famílias felizes, que constroem empresas de sucesso, todas seguindo alguns princípios básicos, e das infelizes que destroem o negócio, cada uma à sua maneira.

O título do post, ascensão e queda das grandes potências, de Paul Kennedy, foi útil para comparar a decadência das grandes potências mundiais e de empresas familiares de qualquer tamanho.

Quer saber mais detalhes para sua empresa ou para a qual trabalha?

Assista ao meu bate-papo com o Fernando Blanco.

Fontes: “Cartas a um Jovem Herdeiro” – Renato Bernhoeft; “Os Segredos das Famílias Empreendedoras” – John Davis; “Sucessão e conflito na empresa Familiar” – João Bosco Lodi.

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