O objetivo do alpinista não é atingir o cume da montanha. É descer em segurança e buscar outra montanha para subir. Quantas montanhas temos que subir?
Podemos comparar nossa vida com montanhas que subimos, e outras que não conseguimos subir. O que não podemos fazer é ficar no pico da montanha. Lá é frio e tem pouco ar.
SUBINDO A MONTANHA
A mesma lógica vale para nossa vida. Por muito tempo, subimos a montanha dos desafios e conquistas pessoais, profissionais, financeiras, status. Alguns sobem montanhas mais altas, outros não chegam onde querem chegar. Quando é o momento de buscar outra montanha para subir?
DESCENDO A MONTANHA
A maioria acredita que só existe a primeira montanha, mesmo quando estão frustrados da vista lá de cima. Muitos são empurrados de cima da montanha por crises como doença ou morte na família, perda do emprego, falência, perda da Inteligência Fluida (agilidade mental). Eu estou passando por uma situação de doença na família que acelerou a velocidade decisão de descer a montanha do hiper individualismo, que eu comecei quando defini meu propósito, e valores, que cito frequentemente aqui no LinkedIn.
SEGUNDA MONTANHA
Esta montanha é bem mais alta, difícil de subir, mas dá para aproveitar cada passo da subida. Não é o pico que importa, mas a aproveitar a paisagem ao longo da subida, seguindo meus propósitos, compromissos e relacionamentos. Nesta jornada, o que importa para mim são os compromissos com:
- Família, parceira: mais dedicação.
- Vocação: novos papéis, utilizando inteligência cristalizada (experiência).
- Crenças: filosofia, principalmente Estoicismo.
- Comunidade: emprestando uma frase do meu saudoso pai: fechar a contabilidade da vida, devolvendo o muito que ganhei.
Em que montanha você está?
Fonte: “The Second Mountain – The Quest for a Moral Life” – David Brooks.
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