DECADENCIA PROFISSIONAL 1708

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Por Ismar Roberto Becker

O que diferencia Pelé e Ronaldo de milhares de outros jogadores de futebol? Porque eles continuam na mídia, enquanto outros desapareceram ou às vezes aparecem nas páginas policiais?A decadência física dos atletas tem um similar (embora em um ciclo mais longo) na carreira dos empreendedores e executivos. Os primeiros (pelo poder acionário) tendem a esticar a corda ao máximo. Os segundos têm uma data definida para sair dos cargos (idade limite), e geralmente não se preparam para isto. Recentemente assisti no YouTube, um bate-papo do cientista social, professor de Harvard, Arthur Brooks, com o badalado escritor divulgador da filosofia Estoica, Ryan Holiday, abordando este dilema: hora de sair. A má notícia, segundo Brooks, é que o processo de decadência profissional é inevitável, começando com uns 40 anos, porque vamos perdemos o que ela chama de inteligência fluída, que é a capacidade de resolver problemas rapidamente, a memória de operações rotineiras, a criatividade e inovação. A boa notícia é que, ao mesmo tempo que perdemos a inteligência fluída, podemos desenvolver a inteligência cristalizada, quando a experiência potencializa a capacidade de julgamento e sabedoria. Esta inteligência é fundamental para professores, conselheiros, mentores. Melhor ainda é que esta inteligência pode aumentar com o tempo, desde que continuemos no Lifelong Learning. Voltando para o futebol, temos que deixar o campo, mas podemos ser treinadores, diretores, ou até donos do time.Você vai surfar a fluidez ou garimpar os cristais da sabedoria?                         #ismarbecker #carreiras #motivação #oportunidades #empreendedorismo #gestão #negócios #liderança 

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