JUMILES 2304

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Por Ismar Roberto Becker

Este post não é recomentado para quem não tem estomago forte. Contarei uma história real de uma aventura culinária no México.A cozinha mexicana é uma das mais variadas e exóticas dos mais de 70 países que conheço, com pratos de influência milenar das culturas Astecas e Maia. Por muito tempo, o México foi um dos maiores mercados para os pratos e xícaras da Oxford Porcelanas, o que me levava ao país algumas vezes por ano. Como sou um liberal radical em termos culinários, já tinha provado iguarias exóticas como “escamoles”, uma larva de formiga conhecida como caviar do deserto, e os “gusanos de maguey”, uma espécie de taturana que infecta o agave, do qual é feito a tequila. Quando achei que já tinha visto (ou comido) tudo, fui visitar Taxco, a capital da prata do México, convidado por uma família, cuja filha, intercambista do Rotary, viveu na nossa casa por seis meses. Para demonstrar sua gratidão, após perguntar se comia de tudo, me levaram a um restaurante típico para comer “jumiles”. Perguntei o que era, mas antes de responder, perguntaram se queria vivo ou frito, com molho. Seguindo minha linha liberal, perguntei como era melhor, que de forma contundente disseram que vivo, por preservar os efeitos medicinais. Para poupá-los que mais suspense vou direto ao ponto. Em seguida, o garção veio com um saco plástico cheio de um inseto parecido com uma barata, que contem muito iodo, e por isto, causa um ligeiro efeito anestésico na língua. Após morder o bichinho, com o tradicional som de uma barata esmagada. Como o garção fica segurando o saco plástico até você terminar de comer, o prato é um dos mais caros do restaurante.Alguém tem uma história de um prato exótico que tenha provado? #ismarbecker #carreiras #viagens #exportação #oportunidades #tradição #cultura

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