Voce já deve ter ouvido a trágica história do pai rico, filho nobre, neto pobre. Quer conhecer como esta história pode ter um final feliz?Na semana passada, estava visitando clientes na Argentina e Uruguai. Em um jantar com um deles, típico empreendedor que saiu lá de baixo, me contou da sua preocupação com o que deixar para os dois filhos (10 e 13 anos).Ele me contou que um tem perfil de negociante, seguindo os passos do pai, enquanto o outro, parece não se interessar por nada. Ele não acredita que mesmo o que demonstra interesse no negócio, tenha potencial para sucedê-lo.Por esta razão, ele está fazendo investimentos imobiliários para garantir uma renda segura para os dois. Como conheci ele naquele dia, medi cada palavra do feedback que tentei dar. Gostaria de dizer que os filhos adolescentes ainda não definiram seus sonhos, que cada um pode ter objetivos diferentes e que eles poderiam ser somente sócios, sem participar da gestão. Para não correr o risco de perder o cliente, me limitei a citar uma das duas maiores lições que aprendi na vida: “Só carregue com você o que pode levar entre as orelhas! Contei como apliquei esta lição com meus dois filhos, que não trabalham comigo, que como parte da sua formação viveram no exterior e fizeram um MBA no Insead. A cara de desconfiado dele me leva a concluir que não fui muito convincente. Darei um reforço na próxima visita. Você acha que a formação é uma boa herança para deixar para os filhos? Qual é a outra grande lição, das duas que disse que recebi, que você acredita que devemos deixar para os filhos? #ismarbecker #oportunidades #carreiras #motivação #empreendedorismo #negócios #herança



