Em uma recente viagem, estava atrás de um caminhão e li a seguinte frase: “Se dinheiro não traz felicidade, me transfere o seu e fica com a felicidade”. O que tem de sábio nesta irônica frase?Definir felicidade, medi-la e encontrar receitas para consegui-la, já preencheram milhares de páginas de livros de autoajuda, com receitas milagrosas, de livros sagrados (Bíblia, Alcorão, Vedas) e de sérias pesquisas psicológicas. Felicidade varia de pessoa para pessoa e a cada momento. Gosto muito da Pirâmide de Necessidades de Maslow, que mostra que nossas necessidades (ou poderíamos dizer felicidade) muda dependendo de onde estamos, e o que é nossa prioridade. É claro que se estamos com fome ou com medo, atender as necessidades físicas e de segurança (base da pirâmide de Maslow) será a nossa felicidade. Já para quem está no topo da pirâmide, o reconhecimento e a autorrealização pesam mais para estarmos felizes. Veja que usei o verbo estar (que é temporário) e não ser (definitivo), porque a sensação de felicidade dura pouco. O psicólogo americano Jonathan Haidt, argumenta brilhantemente em seu livro: Happiness Hypothesis (ainda sem tradução no Brasil, que bens materiais são importantes, mas nem de longe garantem manter o estado de felicidade. Para ele, os fatores que contribuem para estarmos em estado de felicidade podem ser resumidos na formula:Felicidade = Ponto de partida (meio) + condições + ação voluntária. Ninguém pode mudar de onde veio (meio), as condições nas quais está neste momento, mas pode mudar o que virá pela frente, com suas ações. Qual a sua fórmula de felicidade? #ismarbecker #motivação #felicidade #carreiras #realização #crescimento



