Você já recebeu um convite para a posição dos seus sonhos, na empresa dos seus sonhos, mas rejeitou o convite? Quer saber como eu cometi um desaforo desses e como me sinto hoje por não ter aceito o convite? Após 17 anos como executivo, mais quatro como trader terceirizado, terminei minha relação com a Oxford Porcelanas. Algumas semanas depois, um ex-colega de trabalho me apresentar provas de condutas não recomendadas (eufemismo para o LinkedIn) do executivo chefe. Decidi levar as informações ao conhecimento da pessoa mão direita do vice-presidente do Conselho e segundo maior acionista, Eggon João da Silva, um dos fundadores do grupo WEG. O seu Eggon deve ter sido o criador do conceito “Elevator Pitch”, já que você tinha uns dois minutos (exagerando) para convencer ele a te escutar. Não levou este tempo para folhear o material que entreguei, ligar para o presidente do conselho (por coincidência meu pai) e decidir demitir o executivo. Em seguida, olhou para mim e lascou a pergunta: “E você Ismar?” Era a forma de me convidar para assumir a função que sempre foi meu sonho: assumir a gestão da empresa familiar, que alavancou minha carreira. Levei uns 30 segundos, os mais longos da minha vida, para recusar o convite. Pior do que isto, justifiquei para o seu Eggon: “Namorar essa menina sempre foi o meu sonho. Não é mais. Estou namorando outra, não tão atraente, mas que é meu novo sonho!” Doeu tomar a decisão, mas nunca me arrependi. Você aceitaria o convite ou seguiria lutando pelo seu novo sonho? #carreiras #oportunidades #negócios #sonho #gestão #familybusiness #liderança #sonho



