Existem somente duas coisas que são absolutamente iguais para todo mundo: o tempo passa de forma contínua e incontrolável, e pior do que isto, um dia ele acaba. A vantagem é que não estaremos aqui para saber como foi. Até que isto aconteça, o que podemos fazer? Uma carreira executiva bem-sucedida geralmente tem data marcada para terminar, com o limite de idade imposto pelas empresas. Mesmo o fundador e principal acionista de uma empresa familiar, algum dia terá que encarar o “The End!” do seu filme. Com o aumento da longevidade, os dilemas do que fazer quando a carreira de executivo acabar, ou quando voluntariamente (ou não) o fundador sai da operação, literalmente tiram o sono de muitos de nós, que já chegamos ou estamos próximos desta data. Baseado no que vi os outros fazerem (ou deixarem de fazer), e do que eu estou fazendo, só posso recomendar três ações: – Aceite que terá que se afastar das atividades atuais; – Planejar a saída é sempre menos dolorido; – Busque outros desafios, como novos negócios, atividades estratégicas (conselheiro, mentor, filantropia ou qualquer outra. O que não pode acontecer é você acordar um dia, sem saber o que vai fazer. Recentemente, fui visitar o meu amigo Helio Kalbusch, que deixou a operação dos seus negócios para virar coordenador do Ócio, na Pousada Refúgio Monte Olimpo, em Campo Alegre, norte de Santa Catarina. Pela conversa que tivemos, usando como referência os deuses da mitologia grega, que habitavam o Monte Olimpo, me atrevo a resumir as atividades do Helio como: – Menos para Atlas, que carregava o mundo nas costas, ou Sifiso, que rolava intermitentemente pedras montanha acima;- Mais para Dionísio (Baco em Roma) que se encarregava das festividades e do vinho, ou Apolo das festas e música. Que deus grego você quer ser na próxima etapa da vida?#ismarbecker #carreiras #motivação #empreendedorismo #gestão #empresafamiliar



