Quando falamos em liderança não existe “one size fits all”, sempre o mesmo modelo, em tradução livre. Que tal conhecer uma teoria antiga, mas cada vez mais atual no mundo das rápidas e radicais mudanças?
Não faz tanto tempo que as empresas eram semelhantes a um reino: O rei mandava e os súditos obedeciam. Quando o rei (ou chefe) errava muito, era simplesmente afastado ou até morto. Isto foi mudando, mas em determinadas situações, a velha máxima “manda quem pode, obedece quem tem juízo” é necessária. Em 1969, dois americanos,Paul HerseyeKen Blanchard, criaram o conceito de Liderança Situacional. Eles disseram que não há um único estilo de liderança para qualquer situação, mas que isto depende de três fatores:
1. Características pessoais do líder;2. Características dos subordinados;3. Situação na qual alguma decisão está sendo tomada, que é a mais importante em minha opinião.
Dois exemplos extremos: No caso de um incêndio, o líder não vai convocar uma reunião. Ele tem que mandar. Já na elaboração do Planejamento Estratégico, o debate e a participação das pessoas chaves são fundamentais.
Segundo a teoria de Liderança Situacional existem quatro estilos de liderança, com diferentes doses de autoridade:
1. Direcionador: o líder autoritário diz ao subordinado o que fazer;2. Orientador: líder mais aberto, que “vende” uma ideia de ação com os subordinados;3. Apoiador: os subordinados participam da tomada das decisões, além de definirem como serão executadas;4. Delegador: os subordinados são cobrados pelo resultado das suas decisões, mas o líder está sempre disponível para ajudar.
Você ou seu chefe usam os quatro estilos? Qual é o preponderante? #ismarbecker #gestão #liderança #carreiras #negócios



